Essa semana tive um encontro muito bacana com um grupo de pessoas sobre a escrita (nossa, que novidade), mas sim, acredite se quiser, para mim foi uma novidade e foi o meu primeiro encontro (quem nunca?).
É algo que também gostaria de pôr em prática, porque acredito no poder que a escrita proporciona.
Conversamos e fizemos alguns exercícios que envolveram memória e imaginação. A princípio, estava eu acanhada, mas depois criamos risadas. Criei um poema. Questionei a mim mesma e não tinha percebido, mas a resposta estava ali, toda despida (inclusive, a primeira citação do blog veio desse exercício).
Uma foto e um objeto foram os materiais necessários. No caso, a foto que escolhi mostrava minha mãe e eu (criança) em frente a um mar de cerejeiras, e o objeto é uma pokébola de cristal do Eevee.

Poema que baixou em mim nos quinze minutos de exercícios:
de manhã, tarde, claridade
muitas pessoas, minha mãe e eu, maternidade
primavera, época de cerejeira
minha estação preferida, minha família, como é querida
estava de macacão, hoje não gosto, mas que sensação
nostalgia, nossa tal alergia
No decorrer das conversas, percebi que a foto e o objeto não tinham tanta relevância — sem desmerecer a ideia, os objetos em si ou até mesmo a escolha deles, mas porque, no fundo, nem sequer citamos quais foram escolhidos (mentira, eu é que não lembro quais foram mesmo).
O ponto é que o assunto, no fundo, não se tratava disso. Tratava-se do nosso reflexo subjetivo, misturado com desejos — mesmo que irracionais ou lúdicos, dependendo da perspectiva.
Quero mostrar uma parte do meu rascunho durante a atividade e caso não consiga ler fiz um rascunho digital também mas caso não consiga ler o digital, sinto muito.


Obrigada,⠀@alexiapiesco⠀❀
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